quinta-feira, 19 de maio de 2016

domingo, 23 de setembro de 2012

O verdadeiro Peugeot 207

Vindo diretamente da Itália, um vídeo mostrando como é o verdadeiro Peugeot 207.
Nada a ver com o brasileiro...vejam vocês mesmos.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Retoques do C3 Picasso

Citroën | 17/09/2012
Citroën C3 Picasso recebe retoques na França
Facelift da minivan traz novo design para o para-choque dianteiro com leds

DA REDAÇÃO
Citroen
Citroën irá levar o C3 Picasso reestilizado para o Salão do Automóvel de Paris, no final desse mês. As atualizações foram tão discretas que o facelift praticamente se resume ao novo para-choques dianteiro, agora com iluminação diurna por leds. O crossover também estará disponível em duas cores novas: azul Ink Blue e branco Pearlescent White. E o cliente poderá escolher opções de estofado, como couro.

Outra inovação é o sistema de navegação por satélite com entradas auxiliar e USB para o som, com conexão Bluetooth. Entre os equipamentos, são de série espelhos retrovisores elétricos, faróis de neblina com acionamento em curvas, console de teto com leds e alertas sonoros para uso dos cinto de segurança e para portas abertas.
Citroen
Vale lembrar que o modelo vendido no Brasil é diferente do modelo francês. A principal diferença é o interior - o painel da minivan fabricada em Porto Real, no Sul fluminense, foi todo desenvolvido aqui. As lanternas também são próprias. Além da C3 Picasso, a Citroën mostrará o DS3 conversível (Cabrio) em Paris.

Citroen
Segundo a montadora francesa, as vendas da C3 Picasso reestilizada na Europa começam no início de 2013 – os preços serão revelados perto do lançamento. Por enquanto, não há previsão da versão brasileira do monovolume ser atualizada.
Citroen

Será que a Toyota baixaria o preço?


Jornal afirma que Toyota Etios partirá de 29.000 reais

16/09/2012
toyota etios fotos 1 Jornal afirma que Toyota Etios partirá de 29.000 reais
O Jornal do carro  afirmou ontem que o preço inicial do Etios caiu de 35.000 para 29.000 reais. Se a informação é verdadeira ou não, fica a dúvida, mas faria sentido se a marca japonesa reduzisse o preço do modelo para que ele custasse menos que o HB20 em sua versão mais barata.
Isso porque ficou claro que o coreano tem muito mais qualidades e atrativos do que o japonês. Só que se o preço for realmente esse, a redução repentina de 6.000 reais pode causar raiva em muita gente, pois denotaria que as margens de lucro planejadas inicialmente (de vender o modelo a 35.000 reais) eram altíssimas.
Segundo o jornal, essa tática também será usada na manutenção, que será bem em conta, para atrair os que hoje compram carros populares de marcas tradicionais e pagam pouco por revisões. A Toyota diz que já recebeu 35.000 pedidos do Etios no Brasil.
A partir de amanhã acontece o evento de lançamento do modelo no Brasil, e o NA estará lá fazendo uma cobertura completa para você, publicando nossas impressões no mesmo dia.

sábado, 15 de setembro de 2012

RIP. infelizmente...

Pessoal,

Quando um grande homem morre, devemos deixar algo para os que não o conheceram.

Lí e achei que era a melhor homenagem,



QUINTA-FEIRA, 13 DE SETEMBRO DE 2012

SID WATKINS, R.I.P.


Anjos do Asfalto

Morreu ontem aos 84 anos o Dr. Sid Watkins, meu ex patrão na Formula 1.  Quando ele me convidou para pilotar o Medical Car da Formula 1, nunca imaginei que isso me tornaria o homem certo, no lugar certo e na hora certa para uma missão tão sob medida, específica e única: De vítima em potencial de um esporte que matava um piloto a cada 10 acidentes, passei a fazer parte do "time dos anjos da guarda " da F1 sob o comando do Prof. Watkins. Ao volante do Medical Car eu poderia levar salvação para o corpo e alma dos que ganham a vida no fio da navalha em um contexto divorciado dos valores do Reino de Deus.   

Foram três anos com três volantes na mão: o de Atletas de Cristo, o da Coalizão Internacional dos Ministérios Esportivos e o da Mercedes C55T em todos os GPs de F1. Fiquei exausto de dar tantas voltas ao mundo mas valeu a pena porque aprendi a argumentar a lógica da minha fé e com uma audiência sarcástica e muito esperta. Um tipo de gente que não se encontra dentro das igrejas, como os dois dessa reportagem de uma revista especializada:
Bernie Ecclestone perguntou ao Prof. Watkins:
-  Porque o Alex aceitou fazer esse trabalho sem ganhar um tostão?  
- Porque ele tem esperança de me converter ao cristianismo.
- Então dá um contrato de 10 anos para ele. Aposto que antes do fim do contrato, o Alex vai estar fumando charutos e bebendo Whisky e você não terá tomado jeito...
A cada fim de semana de Grande Premio eu passava quase onze horas no Medical Car em treinos, classificações e corridas de F1 e preliminares. Convivendo tanto tempo com gente tão inteligente, instruída e de senso de humor apurado, aprendi muito sobre medicina, primeiros socorros, politica e como a vida pode ser melhor se não a levarmos muito a sério...
Considerado um dos melhores neurocirurgiões do mundo e também catedrático no assunto, Sid criou um brilhante sistema de atendimento de urgência aos pilotos . Seu desempenho nessa área foi tão eficaz que o nomearam presidente do comitê de segurança da F1.
Bernie Ecclestone deu-lhe carta branca e força politica para exigir a construção de centros médicos equipados com heliportos, helicópteros e equipes médicas especializadas em resgate em todas as pistas. Exigir a construção de carros e circuitos mais seguros. Introduzir o Medical Car rápido para atender pilotos com parada cárdio respiratória antes da ocorrência da morte cerebral. E a contratação de quem ele quisesse para sua equipe. Incluindo eu.  
Como resultado a F1, que matava mais de um piloto por ano, reduziu drasticamente o número de mortes tornando-se o esporte de risco mais seguro do mundo. Desde a tragédia de Ayrton em 1994 até hoje, nenhum piloto morreu na F1.
Graças a um neurocirurgião que encontrou o significado de sua existência quebrando paradigmas de padrões de segurança e entrou para a história salvando  vidas não só de pilotos mas de milhares de cidadãos em todo o mundo através de dispositivos de segurança desenvolvidos nas pistas e incorporados aos carros de rua.
Vinte anos mais velho que eu, Sid costumava apresentar-me a seus convidados como seu filho e confessou em um de seus livros que era um agnóstico convicto mas se alguém algum dia fosse capaz de convertê-lo ao cristianismo esse alguém seria Alex Ribeiro. O melhor que aprendi com ele foi a arte de envelhecer bem e o significado que encontrou para sua vida.   
Juntos participamos de 48 largadas fechando o grid de 48 GPs ao volante de um carro fantástico que levava a bordo a equipe médica mais rápida do mundo. Os resgates mais dramáticos foram: Michael Schumacher em Silverstone, Luciano Burti em SPA, Pedro Paulo Diniz em Hockenheim, Henrique Bernoldi em Interlagos, quando Nick Heidfeld arrancou a porta do Medical Car e quase me levou junto. E Monza onde a roda solta de um dos oito carros envolvidos em um  acidente na primeira volta atingiu um bombeiro que morreu em nossas mãos enquanto tentávamos salvá-lo.   .
Paralelamente a minhas funções de ministro do evangelho e burocrata do esporte, Deus me permitiu voltar a pilotar. Esse tempo de grande fluxo de adrenalina e alegria foi uma dádiva de grande valor para a cura dos traumas do coração com o fechamento de um ciclo aberto em meu passado, através de um sepultamento decente para minha carreira. Esse processo agregou um significado extraordinário à minha existência, uma enorme gratidão a Deus e a uma das pessoas mais extraordinária que já conheci: O Professor Sid Watkins.

 Alex Dias Ribeiro

Texto extraído de seu livro Sucesso e Significado

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Cobalt ou novo Grand Siena?

Pessoal,

Pela minha preferência, já ví o Cobalt ao vivo, e não achei legal, pobre em acabamento, muito plástico, cor simples, apenas o grande diferencial do tamanho, é um carro com espaço, já o Grand Siena, esperarei a minha chance de ver o carro.


comparativo | 22/06/2012
Terra de "gigantes": Cobalt ou Grand Siena?
Colocamos frente a frente os dois sedãs nacionais compacto-médios

DIOGO DE OLIVEIRA // FOTOS: FABIO ARO

Chevrolet Cobalt (R$ 43.898) já conquistou seu espaço, mas enfrenta o novo Grand Siena (R$ 36.000)
Para esses dois sedãs, não restam dúvidas: tamanho é documento. Lançados há poucos meses no mercado brasileiro, Chevrolet Cobalt e Fiat Grand Siena têm muito em comum. Os dois modelos nasceram de uma nova safra de sedãs que claramente privilegia o espaço interno. Em outras palavras, ter a carroceria mais encorpada para eles não é vantagem, é necessidade. Esse diferencial ganhou corpo (não resisti ao trocadilho!) com o Renault Logan, precursor entre os sedãs compactos com dimensões médias. O modelo da fábrica francesa formou adeptos, e o estilo virou tendência: quanto mais espaçosos, melhor.
Só que, além desse "legado", o Logan também deixou um questionamento: é possível ser grandão e belo? Bom, o tema é subjetivo. E Cobalt e Grand Siena são duas das referências, para o bem ou para o mal. Desde que apareceu pela primeira vez, o Chevrolet causa estranheza. O visual grotesco da dianteira contrasta com a traseira mais discreta e elegante. Seu porte bruto, em parte, é responsável por atrapalhar a harmonia das linhas. São volumosos 4,48 metros de comprimento, por 1,73 m de altura e 1,51 m de altura. Nem os sedãs médios possuem tais medidas. O trunfo recai sobre o porta-malas de 563 litros. 
 Fabio Aro
Visuais podem levantar polêmicas, mas deixam clara a prioridade: espaço interno
Do outro lado temos um Grand Siena controverso, mas melhor resolvido. As linhas dianteiras conversam com as laterais e a traseira. Em termos de design, não há como afirmar que o novo sedã da Fiat carece de beleza. Ao mesmo tempo, as formas são um tanto exageradas para um compacto. Em tamanho, o Grand Siena ficou muito próximo do Linea, atual sedã médio da Fiat. Só que partindo de um preço inicial razoavelmente menor. Este, aliás, é outro aspecto comum a essa turma de sedãs. Não basta ser grande, é preciso ser acessível. E isso tem um custo. CobaltGrand Siena e Cia são básicos. Nada de luxo.
Para notar essas características, basta um passeio a bordo desses dois compactos. Nas cabines, os revestimentos plásticos são abundantes, modernos e até atraentes. Mas também explicitam a busca pelo baixo custo. Os painéis não trazem peças acolchoadas, algumas peças simplesmente não encaixam de forma precisa. E o requinte está em molduras que imitam metal ou no couro que cobre volante e bancos. A lista de equipamentos também influencia essa percepção. Chave do tipo canivete, ar-condicionado digital, sistema de som com Bluetooth e entrada USB, sensores de obstáculos...
 Fabio Aro
Grand Siena usa bastante plástico e aposta em formas arredondadas
 Fabio Aro
Chevrolet Cobalt evolui desenho iniciado no Agile em seu interior
Mecânicas compactas, mas ultrapassadas
Para este comparativo, elencamos duas versões distintas de Cobalt e Grand Siena. A regra era ter motor 1.4 flex. Na gama do sedã da Fiat, veio a configuração básica Attractive, única equipada com motor dessa cilindrada, capaz de gerar 88 cv e 12,5 kgfm de torque aos 3.500 rpm (com etanol). No caso do Cobalt, a configuração não influenciou, já que o Chevrolet por enquanto só usa o motor 1.4 litro de 102 cv e 13 kmgf de torque aos 3.200 giros – também com álcool. Uma vez juntos, só havia um problema: os preços. O Grand Siena Attractive custa R$ 36.000, enquanto o Cobalt LTZ tem valor sugerido de R$ 44.833. Só que o sedã Fiat, quando completo, passa a R$ 44.750, valor equivalente ao pedido no Cobalt LTZ – que não tem opcional.
Ou seja, juntando os opcionais presentes na versão testada, o Grand Siena Attractive é adversário direto doCobalt LTZ. Sendo assim, restava levar os dois modelos para a pista e ver qual deles se sairia melhor. Vou confessar, na redação de Autoesporte a expectativa era de que o Grand Siena fosse vencer o duelo com alguma facilidade – dado o porte avantajado do rival. Mas os números não corresponderam. O sedã Fiat levou a melhor nas retomadas e na medição de consumo. Aqui, as médias urbanas foram idênticas (6,9 km/l com etanol), mas as rodoviárias favoreceram o Fiat, com 12,2 km/l ante 9,4 km/l.
Fazendo as contas, o Grand Siena marcou de 9,5 km/l em percurso misto, enquanto o Cobalt fez 8,1 km/l "bebendo" o combustível vegetal. Já nos testes de aceleração, o Cobalt venceu. Na arrancada de zero a 100 km/h, por exemplo, o modelo precisou de 13,2 segundos, enquanto o Fiat levou 13,6 s. E nas retomadas, deuGrand Siena de novo, e com diferença maior. Para resgatar o fôlego dos 40 km/h aos 80 km/h em 3ª marcha, oCobalt gastou 8,8 segundos, um a menos que o rival, que gastou 7,8 segundos. Para ir de 60 km/h a 100 km/h, a distância caiu, com 11,9 s contra 12,2 s. Vale notar que nenhum dos modelos é vigoroso. Os motores 1.4 oferecem bom fôlego, mas sofrem com o veículo carregado ou em ladeiras.
 Fabio Aro
Grand Siena ficou a frente do Cobalt em consumo médio: 9,5 km/l contra 8,1 km/l
Nos testes de frenagem, a carroceria encorpada (e bitola maior) fizeram a diferença para o Cobalt. Enquanto o sedã da Fiat precisou de 52,7 metros para frear totalmente aos 100 km/h, o Chevrolet percorreu distância bem menor, de 46,9 m. Mais lentos, a velocidade de 80 km/h, os dois rivais tiveram desempenhos parelhos. Mais uma vez deu Cobalt, que de fato transmite mais firmeza e equilíbrio nas retas, curvas e, claro, nas frenagens. O modelo da General Motors parou 100% após 25,6 m, enquanto o Grand Siena se “arrastou” por 26,9 m. Então, ponto para o Cobalt. Detalhe: os dois sedãs estavam equipados com freios ABS.
Vida a bordo e ao volante
A disputa entre as versões de 1.4 litro também é bem intensa no dia-a-dia dentro dos sedãs. No Grand Siena, o interior é ligeiramente maior que no modelo de primeira geração – o recém-atualizado Siena EL. E esse tamanho maior para cima e para os lados ampliou o conforto a bordo. Uma crítica: a Fiat poderia ter criado mais nichos ao redor dos assentos. Mesmo os bolsões das portas são estreitos. Por outro lado, o painel usa materiais atraentes. As texturas das peças de plástico agradam, e o desenho é bem resolvido e funcional. No geral, o nível de acabamento melhorou nitidamente. Até para condizer com a faixa de preços.
No Cobalt, essa amplitude de espaço é ainda maior a bordo. O modelo da Chevrolet é mais largo e comprido que o Grand Siena. No interior, a sensação é de se estar a bordo de um carro médio mesmo. E com direito a um porta-malas gigante, de 563 litros – razoavelmente superior ao sedã do sedã da Fiat, também possui um compartimento generoso de 520 litros. Nos bancos traseiros, vão três adultos de porte médio com folga. Outro aspecto acertado pela GM foi a variedade de porta-objetos – entre os bancos, no painel e nas portas. No quesito vida a bordo, o Cobalt fica em vantagem. Só perde no estilo, que também pode agradar com os instrumentos digitais.
 Fabio Aro
Grand Siena fez aceleração de 0 a 100 km/h em 13.6 segundos
Moral da História
Num primeiro olhar, o design do Grand Siena quase me convenceu a nem olhar muito para o Cobalt. Mas não que o modelo da Fiat seja uma obra de arte móvel: na realidade, o sedã da Chevrolet que é meio “bronco”, com a grade enorme e os faróis meio fora de proporção. Mas nos vários dias que passei com os dois modelos, a vida a bordo do sedã da GM me surpreendeu positivamente. Além de mais espaçoso e cheio de porta-objetos, a sensação de equilíbrio e solidez ao volante é maior. Para completar, o quadro de instrumentos digital tem melhor visibilidade. E os plugs para gadgets (auxiliar e USB) ficam mais bem localizados.
Grand Siena também tem o interior agradável, os bancos são mais verticalizados e a visibilidade é melhor que no rival. Mas nesta configuração Attractive 1.4, o Fiat só vale se o modelo sair mais em conta. Equipado com todos os opcionais, o modelo sobe de R$ 36.000 para R$ 44.750, e fica colado no Cobalt LTZ. A versão topo de linha do sedã da GM é vendida em pacote fechado por R$ 44.833.
Sendo assim, neste embate deu Chevrolet Cobalt, que apesar de não ser tão belo visualmente, oferece um interior mais bem planejado, motor um pouco mais potente e uma estabilidade dinâmica maior em movimento.
 Fabio Aro  

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