segunda-feira, 30 de julho de 2012

Renault entrando em crise?

Pessoal,

Saiu a 3 dias que o fábrica fechará dois turnos de fabricação na Argentina, está deixando de produzir o Megane sedan e o GT está nas últimas para também sair de linha, porém, a um mês, comprou a AVTOVAZ, Empresa Russa, muito conhecida por nós brasileiros pois é dona da LADA. logo, a pergunta que fica é : eles estão em crise ou em contenção de despesas, eliminando os carros mais caros e que não estavam vendendo bem no mercado, aproveitando para dar espaço para os carros que tem vendido bem, o Logan e o Sandero?

Renault | 27/07/2012
Crise na Europa provoca queda de 3,3% nas vendas da Renault
Desempenho é ruim em relação ao 1º semestre de 2011; mercados fora do continente não compensam

DA REDAÇÃO
   Divulgação
A crise econômica europeia afetou bastante o volume de vendas da segunda maior montadora automobilística da França. A Renault comercializou 1,33 milhão de unidades no primeiro semestre de 2012, o que representa queda de 3,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Nem mesmo o desempenho nos mercados fora da Europa compensou o tombo da Renault no continente.

O faturamento do grupo francês foi de 20,935 bilhões de euros – queda de 0,8% quando comparado ao primeiro semestre de 2011. A margem operacional da Renault foi de 482 milhões de euros (2,3% do faturamento), contra 630 milhões de euros (3,0 % do faturamento) no primeiro semestre de 2011.

A divisão automobilística teve margem operacional positiva, de 87 milhões de euros, o equivalente a 0,4% do faturamento. Também representou diminuição em relação ao mesmo período em 2011, quando o índice foi de 134 milhões de euros. De acordo com a marca, a queda dos volumes (-176 milhões de euros) e o aumento dos custos por causa da evolução dos produtos da Renault (-211 milhões de euros) foram alguns dos fatores que contribuíram para a subtração. Uma boa notícia foi em relação às contribuições das subsidiárias Nissan, ABVolvo e Avto VAZ, principais empresas associadas, que atingiram 630 milhões de euros.

O resultado líquido foi de 786 milhões de euros e o fluxo de caixa livre operacional da divisão automobilística chegou a 200 milhões de euros negativos. O endividamento financeiro também é preocupante: o valor líquido aumentou 519 milhões de euros em relação a 31 de dezembro de 2011, alcançando 818 milhões de euros em 30 de junho deste ano. Já prevendo tal aumento de dívidas, em janeiro de 2012, a Renault fez um empréstimo de quase 1 bilhão de euros a médio prazo, para refinanciar os pagamentos de 2012. Também buscou assegurar a participação nos mercados da Europa e do Japão.

Se a Europa não reagir de forma mais brusca que a esperada, a Renault crê que o lançamento de produtos como o Duster, no segundo semestre de 2012, recuperem os números e apontem para um crescimento de vendas maior que o de 2011. Será? 

Abaixo, a notícia que tinha comentado, sobre a compra da AVTOVAZ.

Indústria | 03/05/2012
Renault-Nissan arremata a Avtovaz
Joint Venture tornará aliança franco-japonesa majoritária da fábrica russa

DA REDAÇÃO
  Divulgação
O namoro entre Renault-Nissan e a russa Avtovaz já durava um bom tempo, e a união entre as fabricantes enfim se consumou. Nesta quinta-feira (3), a aliança franco-japonesa anunciou a criação de joint venture com aRussian Technologies, companhia estatal de desenvolvimento de tecnologias. Juntas, as empresas terão 74,5% das ações da fabricante dos carros da Lada.

O processo de aquisição da Avtovaz, no entanto, só se completará na metade de 2014, após o grupo Renault-Nissan investir os US$ 750 milhões previstos na negociação. Nesta operação, a fábrica francesa investirá US$ 300 milhões, enquanto os R$ 450 milhões restantes serão pagos pela Nissan, que não possui participação na fabricante russa de veículos.

Já a companhia estatal concordou em rever os empréstimos feitos à Avtovaz, que somam quase US$ 1,8 bilhão. Primeiro a joint venture vai pagar US$ 238 milhões, e os R$ 1,56 bilhão restantes serão quitados nos anos seguintes – a Russian Technologies estendeu os prazos. O relacionamento entre Avtovaz e Renault começou em 2008, quando a francesa comprou 25% dos papéis da russa.



Lada
A icônica marca Lada lançou em janeiro a multivan Largus, feita sobre a plataforma do Dacia (Renault) Logan

domingo, 29 de julho de 2012

O que acontece se afundar com um carro blindado?

Pessoal,

Bela dúvida, o que acontece quando o veículo fica submerso? a reportagem dá uma boa dica.

http://quatrorodas.abril.com.br/blogs/correio-tecnico/2012/07/26/blindado-a-pique/


Blindado a pique

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Se um carro blindado se acidentar e ficar submerso num rio, o que deve ser feito, já que os vidros são invioláveis e abrem pouco? João Paulo de Paula Fellet, Juiz de Fora (MG)
Veículo blindado totalmente submerso é uma situação aterrorizante para seus ocupantes. Abrir uma porta é quase impossível (seja em um blindado ou não), por causa da pressão externa da água, e, apesar de o sistema elétrico funcionar por cerca de 3 minutos na água, a abertura da janela é pequena e o vidro não pode ser quebrado. Algumas empresas nos EUA e Europa oferecem suprimentos de oxigênio a bordo, o que ajuda muito desde que o carro seja completamente retirado da água e aberto em 45 minutos. Tenha calma: um veículo não afunda imediatamente. Mas, se o veículo estiver a mais de 15 metros, a forte pressão da água torna quase nula a probabilidade de os ocupantes serem retirados com vida. O importante é abrir a porta antes que ele afunde. No caso de um não blindado afundar num rio, a situação é mais simples: 1) Mantenha-se calmo: pânico reduz a energia, faz usar mais oxigênio e eventualmente causa desmaio; 2) Solte seu cinto de segurança. Essa é a primeira ação a se tomar e, em geral, a primeira a ser esquecida em situação de pânico; 3) Solte os cintos de segurança das crianças. As maiores podem ajudar as menores; 4) Nem pense no celular, documentos ou bolsa. Seu carro não vai esperar; 5) Abra a janela imediatamente (as elétricas funcionam ainda por cerca de 3 minutos quando submersas) e tente sair por ela antes de forçar a porta; 6) Se o vidro não baixar, quebre-o com os pés ou qualquer objeto pesado. Tente atingir o centro do vidro; 7) Será mais fácil abrir a porta quando a pressão equalizar; faça sucessivas tentativas até isso acontecer. Você tem de 1 a 2 minutos até o carro encher-se de água.

Novo Gol X HB20.

Bom, abaixo, uma matéria mostrando a competição virtual ainda pois o HB ainda não chegou por completo, apenas foram testados os carros com proteção de design, e fora do país, e nem a nova versão do Gol, mas que já foi vista e testada e tem poucas mudanças em relação ao ano anterior, apenas estética, logo, como o HB já foi testado também.
Coloquei junto os comentários pois achei legal a conversa, vejam como o Gol é visto por aqui.



Volkswagen  | 20/07/2012
Novo VW Gol x Hyundai HB20
Nas versões 1.0, é melhor comprar o VW que chega em agosto ou esperar até outubro pelo Hyundai nacional?

DANIEL MESSEDER
Gol nunca teve tantos rivais como terá em breve, com a chegada de Toyota Etios e Hyundai HB20. Por isso, a missão de manter a liderança de vendas cabe à recém-apresentada versão reestilizada. Por fora, o visual aproximou o campeão de vendas ao Polo europeu, com grade e faróis retilíneos na frente e lanternas recortadas na traseira. De quebra, o motor 1.0 passou levar a sigla TEC, em função das mudanças que foram feitas no intuito de melhorar o consumo. Mas do outro lado está um Hyundai todo novo, e completamente armado para a briga. Dirigimos os dois e apresentamos, ponto a ponto, qual o melhor para suas necessidades.
 DesempenhoGol manteve os 76 cv e 10,2 kgfm de torque, mas os números de testes revelaram certa piora na performance. Já o Hyundai ainda não teve os dados oficiais divulgados, mas o motor é bem mais moderno que o do VW: tem apenas três cilindros (para menor consumo) e 12 válvulas, além de comandos variáveis. É a mesma unidade usada pelo Kia Picanto Flex, que tem 80 cv e 10,2 kgfm. O HB20 leva nítida vantagem nas saídas e exibe retomadas um pouco melhores, o que se reflete em maior agilidade no trânsito.
Ao volanteSem novidades no Gol. Continua bom de dirigir, com câmbio de engates curtos e suspensão bem calibrada entre conforto e estabilidade. Já o HB20 aposta num pouco mais de conforto, com acerto ligeiramente mais macio. O câmbio também tem engates muito bons. A estabilidade agrada nos dois hatches, mas o VW tem freios mais eficientes.
Qualidade e acabamentoO painel do VW praticamente não mudou com a reestilização, o que significa que ele manteve o aspecto pobre, apesar da boa montagem. O HB20, por outro lado, traz um novo padrão de acabamento e materiais para a categoria “popular”, com um painel muito mais caprichado, portas com forração mais completa e quadro de instrumentos de aparência refinada, com desenho que lembra o do sedã médio Elantra
 SegurançaAirbags frontais serão itens de série no HB20, com o ABS opcional. O Gol cobra à parte tanto pelo ABS quanto pelo duplo airbag. Não há opção de bolsas infláveis laterais em nenhum dos dois.
 EspaçoBriga boa. Como a Hyundai planejou o HB20 de olho no Gol, acabou que o hatch da marca coreana ficou com porte muito semelhante ao do VW. Há boa acomodação nos bancos da frente, com vantagem para o Hyundai por oferecer ajuste de altura e profundidade do volante (só altura no Gol). Atrás, o espaço é razoável para até dois ocupantes (três aperta). Os porta-malas também têm dimensões parecidas em ambos os carros. 
EquipamentosA Hyundai ainda não divulgou a lista de série do HB20, mas o carro avaliado tinha muitos itens que deverão ser cobrados à parte: CD player com entrada USB, comandos do som no volante, trio elétrico, repetidor de seta no retrovisor, direção hidráulica e ar-condicionado. OGol agora tem vidros dianteiros elétricos de série, além da abertura interna do porta-malas. O restante é oferecido como opcional (inclusive um simples ar quente).
Preço e mercadoA se confirmar o preço do HB20 na faixa do Gol (a partir de R$ 27.990), o novo Hyundai tem tudo para abocanhar uma fatia de compradores do VW. A Hyundai ainda não divulgou se terá um plano de revisões com custo fixo, mas a garantia será bem maior que a do rival: cinco anos, contra apenas um ano de cobertura do VW. 
 ConclusãoA mudança do Gol foi muito tímida, mais focada no visual que no conteúdo. Com isso, oHB20 tem muitos argumentos para fazer o consumidor esperar até outubro por ele: motor mais potente e econômico, design mais arrojado, melhor acabamento, maior garantia...


Hyundai
Hyundai HB20 será visto sem disfarces no Salão do Automóvel, em outubro
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últimos comentários
  • Marcos Alan - RJ/Rio de Janeiro - 20/07/2012 04:14
    comparativos a parte
    Tem toda razão sr. Chrstian, em questão de motor e trocas de marcha o gol é um pouco melhor sim, mas comparando os carros no geral, me desculpe, o gol é um lixo é a mesma coisa que andrar em trator, a Hyunday em questão de conforto e luxonem se comparam, o HB é muito mais carro no geral. Até pq é ridiculo colocar ar quente como opcional !!!...DETALHE PEQUENO !!!...5 ANOS DE GARANTIA !!!
  • jose marcio de carvalho - RJ/Rio de Janeiro - 20/07/2012 03:52
    vwgolxhyndaihb20
    GOL E GOL E ESSE HYNDAI VAI FICAR COMENDO POEIRA OK!!!!!!!
  • Andrew - PR/Coronel Vivida - 20/07/2012 03:43
    a farsa do gol
    enfim um carro pra mostrar como tem que ser um um verdadeiro carro, mesmo sendo popular, se pegarmos os carros "populares" europeus, vem completo de fábrica, mesmo o HB sendo opcional algumas coisas, pelo menos você não paga quase 30 mil reais em um carro que não tem nem ar quente.. e tem gente que ainda compra esses carros da VW que só tem preço.. Sucesso HB!!

sábado, 28 de julho de 2012

O novo Pequeno Smart...

Bom pessoal, com poucas modificações, e aos poucos baixando de preço, vem aí a nova Smart, parceria da Mercedes com a fábrica de relógios...

Smart | 28/07/2012
smart lança fortwo 2013 e muda estratégia de mercado
Linha traz leves mudanças visuais; preços são mantidos

RENATA VIANA DE CARVALHO
smart
smart fortwo recebe alterações leves na linha 2013; modelo agora será vendido em lojas Mercedes-Benz
smart divulgou hoje a chegada do fortwo 2013. As alterações no compacto são bastante sutis. O logotipo, por exemplo, cresceu e foi deslocado para a grade dianteira, levemente redesenhada. Na versão de entrada, mhd, a grade segue emoldurada por um friso preto, enquanto nos modelos com motor turbo (coupé e cabrio) o contorno passa a ser prateado. Sob a placa, a entrada de ar virou uma peça única, sem a estrutura que a dividia em três. O spoiler e as saias laterais também tem acabamento preto no smart mhd. Nos demais, recebe pintura na cor do veículo.

Por falar em cor, ela também pode variar no interior do smart turbo. É possível escolher entre preto, vermelho e bege. No cabrio, a capota também pode ser colorida. Já a carroceria ganha nova opção de pintura e pode sair da loja cinza fosca. Seja qual for o tom, ele irá contrastar com luzes diurnas de led, que ganharam novo formato.
smart
Versões cabrio (foto) e coupé do smart contam com luzes diurnas de led
Outra novidade fica por conta dos pneus. Agora, o smart mhd conta com "calçados" que apresentam as mesmas dimensões das demais versões: 175/55 na dianteira e 195/50 na traseira. O desenho das rodas mudou. Por fim, o sistema multimídia foi renovado. Exceto na versão mhd, ele conta com tela de 6,5 polegadas, CD, DVD, entradas auxiliar e para SD card, além de Bluetooth e navegador.

Todos os smart saem de fábrica com ar-condicionado, sistema Isofix para a fixação de cadeirinhas, direção elétrica, ABS, controle de estabilidade e assistente de partida em aclives. O modelo mhd, com tecnologia start/ stop, é equipado com motor de 999 cm3 que gera 71 cv. As versões turbo recebem propulsor de 84 cv. O câmbio é sempre o automatizado de cinco marchas.
smart
Interior dos modelos turbo conta com novo sistema multimídia
Shop-in-shop 
Lançado em 1998, o smart chegou ao Brasil em 2009. De lá para cá, teve mais de 4.000 unidades comercializadas. "Um volume 40% acima da previsão inicial", diz Glauci Toniato, gerente de marketing da divisão de automóveis da Mercedes-Benz do Brasil. Na tentativa de ampliar a exposição do carro - e reduzir custos fixos, claro -, a smart vai mudar sua atuação no mercado. Em vez de manter lojas dedicadas unicamente à marca, vai passar a ocupar um espaço dentro das concessionárias Mercedes - onde haverá técnicos e vendedores exclusivos. A modalidade é conhecida como shop-in-shop, e indica que haverá, justamente, uma loja dentro de outra.
smart
smart mhd, com sistema start/ stop responde por 60% das vendas do compacto
Hoje, há oito revendas smart localizadas em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Vitória (ES) e Fortaleza (CE). Até o fim do ano, a marca pretende inaugurar outras três. Em 2013, mais duas.

Preços do smart:
smart fortwo mhd coupé
 – R$ 52.500
smart fortwo turbo coupé – R$ 68.500
smart fortwo turbo cabrio – R$ 72.500
smart fortwo turbo cabrio tritop (com capota colorida) – R$ 72.900 

Caem na net fotos do novo Kia Cerato

Agora podemos ver o novo Kia Cerato, que ainda vai ser lançado.

Kia | 27/07/2012
Caem na internet novas imagens do Kia Cerato
Modelo foi clicado em evento promovido pela montadora

DA REDAÇÃO
Reprodução Internet
Foto de flagra do Kia Cerato vai parar em fóruns de discussão
Pouco a pouco, a Kia tem revelado imagens do novo Cerato. Além de mostrar teasers e o carro coberto por fotos, ela decidiu investir em uma ação junto ao público na qual foi possível registrar detalhes do modelo - como a nova grade cromada com desenho maior e mais agressivo e os faróis e lanternas redesenhados, tal como o para-choque.
Uma imagem do perfil do carro também foi parar em um fórum. Ela mostra os leds que contornam os faróis acesos e o contorno cromado do farol de neblina. Também reforçam a ideia de que o carro ficou maior e imponente.
O novo Cerato será feito sobre a plataforma do Cee'd, assim como a nova Carens. As vendas começam na Coreia no fim deste ano. Os demais mercados devem receber o sedã no início do ano que vem.
Em junho, o Cerato foi o terceiro importado mais vendido no Brasil, com 809 unidades, atrás apenas de Kia Sportage (840) e JAC J3 (809). No acumulado do ano, o sedã da Kia ocupa o posto de quinto importado mais vendido, com 3.494 unidades, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva).
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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Haima está chegando no Brasil.

Pessoal,

Está com previsão de chegada no país uma nova fábrica de carros, ele é uma Join Venture, de várias marcas, sua principal fornecedora é a Mazda, mas conta com peças da Toyota e VW, e é da China.


CARROS | TESTES
Haima 2 e 7
JUNHO 2012

HAIMA 2 E 7

A MARCA É A PRÓXIMA CHINESA A DESEMBARCAR NO BRASIL. ESTREIA COM CROSSOVER, HATCH E SEDÃ

POR PAULO CAMPO GRANDE | FOTOS: MARCO DE BARI
LISTA DE MATÉRIAS POR DATA:

TAMANHO DA LETRA   

A mais recente chinesa a chegar ao Brasil é a Haima, que esteve no Salão do Automóvel de 2010, mas só agora, mais precisamente no próximo mês, começa a vender seus produtos no país.A marca estreia com três modelos: o hatchback Haima 2, o sedã Haima 3 e o crossover Haima 7. Mas até o fim do ano deve apresentar um compacto, o Haima 1, além da versão hatch do Hai- ma 3 e da automática do Haima 7.

A marca chega com boas referências. Criada em 1988, ela integra o portfólio da empresa FAW (de First Automobile Works), que tem como parceiras VW,Toyota e Mazda.A Haima nasceu de uma joint- venture com a Mazda: Hai vem do nome do lugar onde a empresa foi criada, Haikou, e Ma, de Mazda.

A sociedade durou até 2006, mas a Mazda ainda colabora no desenvolvimento de novos projetos, segundo Abdul Ibraimo, presidente da Districar, empresa que representa a Haima no Brasil.

No início de março, a Districar assinou o protoco- lo de intenção de instalar uma fábrica no Brasil, no Espírito Santo, para produzir veículos das três mar- cas que representa - Haima, SsangYong e Changan. Contudo, até o fechamento desta edição, o sucesso da Bramo - Brasil Montadora deVeículos - dependia ainda das resoluções do governo para o setor.

Com ou sem fábrica, no entanto, a Haima já está pronta para iniciar a operação, segundo Ibraimo. Na chegada, a marca terá uma rede de concessionárias pequena, com cerca de 15 pontos, localizados nas principais capitais do país e no Distrito Federal. A cidade de São Paulo terá dois endereços. Os carros terão três anos de garantia, ou 60000 km, e não devem ter problemas com peças de reposição, de acordo com o executivo: "Contamos com um volu- me de 211 000 peças, de 1 570 itens diferentes."

O crossover Haima 7 deve ser o carro-chefe da Haima no Brasil. Segundo o importador, na estreia, a expectativa de vendas é a mesma para os três modelos que serão oferecidos pela marca. Mas o crossover deve se destacar, quando ganhar uma ver- são automática, o que pode ocorrer no fim deste ano. Inicialmente, o Haima 7 terá apenas uma caixa de marchas - manual - e duas opções de acabamento: Comfort e DLX. O motor será sempre o 2.0VVTi de 150 cv e a tração, 4x2, dianteira.

A versão Comfort, mostrada aqui, vai custar 64 900 reais e a DLX, 74 900 reais. A impressão é que a Districar apontou a artilharia para o Hyundai Tucson, vendido nas versões manual (64 000 reais) e automática (74 900 reais). Mas também mantinha na mira o Renault Duster, que tem valores entre 61 500 e 65 800 reais, para as versões equipadas com motor 2.0, manual e automática, 4x2 e 4x4.

Sem câmbio automático e sem tração integral, o Haima fica em clara desvantagem. Entretanto, quan- do se considera o que ele oferece como itens de série, a distância diminui. Já na versão mais simples o Hai- ma 7 tem rodas de alumínio aro 16, duplo airbag, ABS, ar-condicionado, piloto automático, volante multifuncional, repetidores nos retrovisores exter- nos, sistema de som (com entradas auxiliar e USB), sensor de estacionamento e sensor de pressão nos pneus. Na top, há dois airbags laterais, ESP, teto
solar, bancos elétricos e de couro sintético - além de ar-condicionado automático e rodas aro 17.

Quando se abre o capô do motor, nota-se que todos os componentes são de fornecedores chineses. Em alguns casos, os ideogramas ocultam empresas ocidentais, como é o caso da Bosch, que fornece o sistema de freiosABS e a central do motor.

O acabamento tem pontos elogiáveis no que diz respeito aos encaixes das peças, tanto na carroceria quanto na cabine. Mas o painel poderia passar a impressão de melhor qualidade. A ergonomia tam- bém deixa a desejar: falta apoio ao corpo e a alavan- ca do câmbio fica distante da mão.

Bem calçado nos pneus 235/70 R16, o crossover tem bom comportamento dinâmico. Sua direção é leve mas precisa e a suspensão (McPherson na frente e multilink atrás) é confortável, mas firme - ajudada pela carroceria de elevada rigidez. Ao rodar por pisos irregulares, nota-se a solidez do conjunto, pela ausência de torções e ruídos.

O Haima acelerou bem, com tempo de 12 segun- dos nas provas de 0 a 100 km/h, mas foi lento nas retomadas, com 15,2 segundos nas passagens de 60 a 100 km/h em quarta marcha. Na hora de parar, vin- do a 80 km/h, ele precisou de 25,9 metros. Boa mar- ca. O consumo não foi ruim, mas poderia ser melhor. O crossover fez as médias de 8,1 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada, rodando com gasolina.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO


direção é leve;
 os freios, eficientes; e a suspensão, firme, mas confortável.
★★★★

MOTOR E CÂMBIO

O câmbio está bem escalonado, mas o motor é despretensioso.
★★★

CARROCERIA
No estilo, lembra
o Renault Duster. Tem boa rigidez torcional.
★★★

VIDA A BORDO

O acabamento
é de qualidade, mas a ergonomia é ruim.
★★★

SEGURANÇA
Versão Comfort tem ABS e duplo airbag. DLX vem com ESP e quatro airbags.
★★★★

SEU BOLSO
Precisaria custar menos para ser competitivo.
★★

VEREDICTO

Ele tem virtudes em acabamento, consumo e conforto ao rodar. Mas custa caro e carece de câmbio automático.

>> Veja aqui a Ficha Técnica do carro


O mais simpático dos modelos
 da Haima é este hatchback. E não só pela cor amarela, com os detalhes na carroceria, mas também pelo design bem elaborado, com faróis biparábola e vincos e recortes cheios de estilo que cativa. A versão mostra- da aqui, com saias frontal e laterais, barras no teto e bancos vermelhos, é a esportiva CSport, que custa 46 900 reais. Mas haverá também uma versão DLX, mais discreta, vendida por 44 900 reais.

O Haima 2 é mais bem acabado que seu irmão crossover - e também comparativamente a outros chineses. Pode-se dizer que está acima da média dos conterrâneos, incluindo o já conhecido JAC J3. Por fora, a pintura tem aparência uniforme e os vãos da carroceria são homogêneos em todos os pontos. No cofre do motor, o chicote elétrico está bem protegi- do por conduítes. E, na cabine, o Haima 2 conta com materiais que criam diferentes texturas no painel, além do tecido dos bancos, com trama em colmeias, e que também é aplicado nas laterais das portas.

O espaço interno é confortável, embora o carro padeça do mesmo mal do H7 em relação ao banco do motorista, que não apoia bem o corpo e não pro- porciona a melhor posição de dirigir. Não há nada de errado com o volante nem com os pedais, que estão alinhados com o assento e com o volante e ficam próximos uns dos outros, permitindo ao moto- rista mais entusiasmado dirigir de forma esportiva - embora os limites do motor não permitam que ele demonstre dose de euforia correspondente.

O desempenho é um dos pontos fracos do carro. Equipado com motor 1.3 de 92 cv, o compacto pre- cisou de 13,9 segundos para ir de 0 a 100 km/h e levou 32,4 segundos para retomar a velocidade de 80 a 120 km/h, em quinta marcha.Ao menos ele se saiu bem nas medições de consumo, fazendo as médias de 10,9 km/l na cidade e 15 km/l na estrada. Nas frenagens, não foi mal, mas poderia melhorar: vindo a 80 km/h, percorreu 30,1 metros até parar.

A maior queixa em relação ao Haima 2, no entanto, diz respeito aos preços. O H2 custa caro, uma vez que com seu valor podem-se encontrar vários modelos nacionais, com motores maiores, em versões bem equipadas. Mas a responsabilida- de, nesse quesito, não é só do fabricante ou do importador. O hatchback poderia ter preço bem mais interessante, não fosse o aumento do IPI para os importados, recentemente determinado pelo governo. Sem a elevação do tributo, seu preço fica- ria em torno de 38 000 reais, valor que aumentaria consideravelmente o poder de atração do Haima 2. Aliás, é isso que pode vir a ocorrer caso a Distri- car construa mesmo a fábrica no Brasil.

DIREÇÃO, FREIO
E SUSPENSÃO

Leve e fácil de manobrar, teve dificuldade para frear em espaços curtos.
★★★

MOTOR E CÂMBIO
Lento mas econômico, tem o perfil típico
de carro urbano.
★★★

CARROCERIA
Estilo bonito e bem resolvido, por fora e por dentro. Tem bom acabamento.
★★★★

VIDA A BORDO

O espaço interno é bom, para o segmento. Mas
o banco do motorista
é desconfortável.
★★★

SEGURANÇA
Duplo airbag, ABS
e sistema de fixação de cadeirinha de bebê.
★★★★

SEU BOLSO

Tem três anos de garantia, mas custa caro.
★★★




VEREDICTO


O Haima 2 é bonito e moderno. Mas seu desempenho
é fraco. E pena que seu preço não seja tão atraente quanto seu visual.

>> Veja aqui a Ficha Técnica do carro

Vídeos do carro em outros locais, no Peru e na Europa.


Haima 3 na Europa.


GM Sonic chegando nas lojas.

Pessoal, quem não se lembra do jogo do SONIC? é, agora é um carro da GM?!
Está chegando no mercado brasileiro.
Claro que acho que o preço é salgado....mas, vale lembrar que não será um carro de entrada da marca.


Chevrolet Sonic
MAIO 2012

CHEVROLET SONIC

FEITO NA COREIA PARA AGRADAR OS EUA, ELE QUER CONQUISTAR FÃS TAMBÉM NO BRASIL

POR VITOR MATSUBARA | FOTOS: DIVULGAÇÃO
LISTA DE MATÉRIAS POR DATA:

TAMANHO DA LETRA   

O porco-espinho Sonic foi uma das sensações dos videogames nos anos 90. Com sua inconfundível pele azulada e velocidade supersônica, o mascote consagrou a desenvolvedora de jogos Sega e virou um ícone entre a garotada. Mas qual é a relação entre o carismático personagem e os carros? É que é justamente os meninos e meninas daquela época que a Chevrolet está mirando com o lançamento do Sonic no Brasil.

Hoje na casa dos 30 anos, os jovens clientes são pretendidos pela GM. Por ora, o Sonic está fazendo o "dever de casa", habituando os americanos com a presença cada vez maior de veículos compactos pelas ruas locais. Por aqui sua missão será outra: ele chega ao Brasil pronto para brigar tanto com Ford New Fiesta e Fiat Punto quanto com futuros rivais, como Peugeot 208 e o novo Citroën C3.

Importado da Coreia do Sul, terá duas versões de acabamento, LT e LTZ, com preços que variam de R$ R$ 46.200 a R$ 56.100. Quem gosta de design deve aprovar o Sonic: a grade bipartida é típica da Chevrolet, mas os faróis e lanternas com lentes próprias criam um interessante efeito 3D. Dentro do carro, salta aos olhos o painel de instrumentos inspirado nas motocicletas. Combinando conta-giros analógico com velocímetro digital, ele foi a fonte de inspiração para o estilo interno do sedã Cobalt - e da minivan Spin, próximo lançamento da marca. O volante é o mesmo do Cruze.

O Sonic será oferecido nas carrocerias hatch e sedã. A versão de entrada oferece ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, retrovisores com regulagem elétrica, airbag duplo, freios com sistema anti-travamento (ABS) e rodas de liga leve de 15 polegadas. Na LTZ, somam-se sensor de estacionamento, faróis de neblina, volante multifuncional e rodas de liga leve aro 16. O motor é um 1.6 16V flex, que rende 120 cv com etanol e 116 cv se abastecido com gasolina. O comprador poderá escolher entre duas opções de transmissão: manual de cinco marchas ou automática sequencial de seis velocidades, com uma estranha solução de trocas por um botão na alavanca.

Cheio de equipamentos e com estilo próprio, o Sonic mostra boas credenciais para conquistar seu espaço, e há a chance da Chevrolet produzi-lo no México nos próximos meses. Fica para o mercado dizer se o Sonic vai passar de fase ou se o jogo vai acabar mais cedo para a GM.
Confira os preços da linha Sonic:
Hatch
Sonic LT: R$ 46.200
Sonic LTZ: R$ 48.700
Sonic LTZ (automático): R$ 53.600
Sedan
Sonic LT: R$ 49.100
Sonic LTZ: R$ 51.500
Sonic LTZ (automático): R$ 56.100

Outra Revista também fala sobre esse lançamento!!


Chevrolet Sonic LTZ 1.6 16V Flex
JUNHO 2012

CHEVROLET SONIC LTZ 1.6 16V FLEX

SONIC ESQUENTA O SEGMENTO DE COMPACTOS PREMIUM. ELE QUER BRIGA COM OS HONDA FIT E CITY E OS NEW FIESTA HATCH E SEDAN

POR PÉRICLES MALHEIROS | FOTO: MARCO DE BARI
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TAMANHO DA LETRA   


Foi de repente: o Sonic, previsto para o fim de 2012, chegará às lojas em junho. E atacará em bando, com carrocerias hatch e sedã, versões LT e LTZ e câmbios manual e automático. Nos Estados Unidos, o Sonic tem a missão de convencer o público acostumado com picapes, SUVs e sedãs gigantes e beberrões às vantagens de um modelo mais compacto e econômico. Mas no Brasil, paraíso dos populares que só agora começa a olhar para os modelos com mais motor e equipamentos, o Sonic segue no sentido oposto. Aqui, ele será vendido como compacto premium.

Na apresentação do Sonic, o diretor de marketing Gustavo Colossi disse: "O carro vendido no Brasil virá da fábrica de Bupyong-Gu, na Coreia do Sul. Os preços do hatch ficarão entre 48 500 e 59 000 reais e os do sedã, entre 51 500 e 62 000 reais". Mas uma fonte ligada à marca explica melhor os planos para o carro no Brasil: "Até o fim de 2012, o Sonic passará a vir do México. Mas, diferente da Fiat, que fez uma drástica redução de preço ao deixar de trazer o 500 da Polônia para importá-lo do México, a GM não vai alterar a tabela do Sonic. A estratégia de preço está definida e será mantida". Conclusão: a menos que o modelo coreano esteja sendo subsidiado nessa fase inicial, a marca terá condições de vender o Sonic mexicano mais barato num futuro próximo, mas não é o que pretende fazer.

Uma rápida pesquisa com as concessionárias revelou um preço mais em conta que a "estimativa oficial". De acordo com a rede, o hatch deverá ficar entre 47 000 e 57 500 reais, enquanto o sedã custará, na versão topo de linha, 60 000 reais. Nas duas carrocerias, as versões LT só poderão ser equipadas com câmbio manual. A caixa automática será opcional apenas na LTZ. Desde a LT, o pacote de equipamentos é farto, com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo, ABS e rodas de liga leve aro 15.A LTZ acrescenta sensor de estacionamento, faróis de neblina, comandos do som no volante, rodas de liga leve aro 16 e detalhes como apliques cromados nas maçanetas internas e apoio de braço entre os bancos dianteiros.

Se nos Estados Unidos o Sonic é a aposta da marca para despertar no consumidor o gosto por carros econômicos, é bom que o modelo 1.6 16V flex de 120/116 cv não dê as caras por lá. O quatro-cilindros é repleto de recursos como duplo comando de válvulas variável e coletor de admissão com comprimento de dutos também variável. No campo de provas da GM, em Indaiatuba (SP), testamos um hatch com câmbio manual e um sedã automático, ambos LTZ. E os dois decepcionaram. Hatch e sedã aceleraram de 0 a 100 km/h em, respectivamente, 11,2 e 11,4 segundos e registraram consumo urba- no de 7 km/l (ambos) e rodoviário de 9,5 e 9,2 km/l. O New Fiesta hatch (também 1.6 16V flex), testado em outubro de 2011, apontou 11,2 segundos no 0 a 100 km/h, 8,2 km/l na cidade e 11 km/l na estrada.

Montado sobre a plataforma do Cobalt, mas com entre-eixos encurtado de 2,62 para 2,53 metros, o Sonic é agradável de dirigir. A calibração do acelerador eletrônico prioriza a pronta resposta: um toque no pedal da direita e o ponteiro do conta-giros se move quase que instantaneamente. O melhor de tudo é que esse ajuste não prejudicou o conforto. Simulando o anda e para do trânsito urbano, o hatch se mostrou dócil, comprovando o bom trabalho da engenharia local. A direção tem assistência hidráulica, enquanto os rivais Fit e Fiesta têm auxílio elétrico, mais adequado com o segmento premium. Diferente do Agile, o Sonic tem pedais, volante, banco e painel bem alinhados. As suspensões estão adaptadas ao nosso asfalto castigado. Na pista de tortura, nada de pancadas secas: em nenhum momento os amortecedores acusaram fim de curso. Molas e buchas de bandeja trabalharam em silêncio.

Olho no Lancer 

A grade bipartida imprime o face-family Chevrolet, mas os faróis fogem do convencional. Pisca e projetores têm lente própria, de policarbonato. "Sem lente envolvendo o conjunto, a dianteira ganha um efeito 3D", diz Dagoberto Tribia, diretor de design. De frente, é impossível não notar a forte semelhança do Sonic com o Mitsubishi Lancer. Na traseira, as lanternas seguem o mesmo conceito 3D.As maçanetas de trás ficam camufladas em uma moldura preta junto à coluna C, o que ajuda a disfarçar o reduzido tamanho da porta.

Se por fora os faróis são o destaque, por dentro é o quadro de instrumentos que salta aos olhos. Pequeno e também sem redoma de proteção, parece flutuar atrás do volante. O layout, inspirado nos painéis de motocicletas, prioriza o conta-giros (analógico) e o velocímetro (digital) - as informações do computador de bordo são mais discretas. Diversas luzes-espia alertam o piloto em caso de anomalia - superaquecimento, por exemplo. À frente do passageiro, um porta-luvas bipartido guarda, no andar superior, as entradas especiais (auxiliar e USB) do sistema de som. O plástico do painel, apesar de rígido, parece de qualidade: é agradável aos olhos e ao toque e se integra perfeitamente com as portas.

Espaçoso para os ocupantes da frente e apertado atrás, o hatch, que tem as mesmas proporções do New Fiesta, surpreendeu ao chegar antes do previsto. Pena que, na pista, a surpresa tenha sido proporcionalmente negativa.

Sonic Sedan LTZ 1.6 16V

O Sonic na versão sedã é assumidamente
um modelo criado para consumidores mais conservadores. "Destinado especialmente às famílias jovens", dizem os executivos da marca. Externamente, saem as lanternas 3D e entram as convencionais - no formato, com lente inteiriça,
e no layout. Na cabine, a reduzida altura do assento do banco traseiro ao teto - 87,9 cm, de acordo com a GM - decepciona. A medida representa uma desvantagem de 8,9 cm em relação ao Sonic hatch e de 6,1 cm na comparação com Honda City e Ford New Fiesta Sedan (ambos com 94 cm).

Quando o assunto é capacidade do porta-malas,
o Sonic Sedan se mostra mais competitivo. Com volume de 477 litros, ele revela uma vantagem de 212 litros em relação ao hatch e de 37 litros sobre
o New Fiesta Sedan (com 440 litros). No embate
com o City (504 litros), o Sonic fica devendo 27 litros.

Uma larga faixa negra no alto do vidro traseiro protege a cabeça dos ocupantes dos raios solares
e disfarça o tamanho exagerado da peça. A tampa
do porta-malas tem um aerofólio incorporado para aprimorar a aerodinâmica - que, aliás, é melhor que
a do Sonic hatch: Cx de 0,33 e 0,37, respectivamente.

A caixa automática de seis marchas é derivada da que equipa o Cruze, mas com um sistema diferente
de passagem das marchas no modo sequencial - por meio de um botão na alavanca, enquanto que no Cruze as mudanças são feitas deslocando a própria alavanca. Com seis velocidades, o câmbio automático explora
o motor quase tão bem quanto o manual, como provam os números de desempenho e consumo
muito próximos aos dos obtidos pelo hatch.

Chega a nova Ford Ranger nas lojas!

Pessoal,

Para quem gosta ou precisa de uma camionete, chegam as lojas a nova Ranger, claro que muito inferior as vendidas no mercado americano, nos EUA a diferença é gritante, de dar raiva mesmo, e mais cara!
Bom, mas como disse, para quem gosta ou precisa....eu estou feliz demais com a minha Dodge Dakota 2000 automática.

Ford | 26/07/2012
Nova Ranger Flex chega às lojas por R$ 61.900
Picape será oferecida nas versões de simples e dupla

DA REDAÇÃO
Os motoristas urbanos tiveram de esperar quase um mês para colocarem as mãos na Nova Ranger. Nesta quinta-feira (26), a Ford anunciou o início das vendas da primeira versão da picape com motor flex. O lançamento havia ocorrido no início deste mês, em Salta. Focando na condução pelas cidades, o veículo será oferecido com cabine simples ou dupla, pelo preço sugerido de R$ 61.900 e R$ 67.600, respectivamente.

Ranger Flex de cabine simples não economiza nos itens de fábrica. De série, ela conta com airbags, direção hidráulica, ar-condicionado, travas e retrovisores elétricos, freios ABS com EBD, chave tipo canivete, computador de bordo, rodas de liga leve de 17 polegadas, rádio e CD/MP3 com Bluetooth, comandos de áudio e piloto automático no volante, faróis de neblina e desembaçador do vidro traseiro. A picape na edição de cabine dupla XLS conta o mesmo pacote de série, excetuando o airbag e os faróis de neblina. O consumidor pode acrescentar acessórios como airbag duplo, ar-condicionado digital de dupla zona, bancos com ajuste de altura e lombar, estribos laterais e itens cromados.

Ranger Flex conta com motor Duratec 2.5 16v, capaz de desenvolver 168/173 cv de potência e 24,8 kgfm de torque. Sua opção de câmbio, porém, é apenas manual de 5 ou 6 marchas, decisão tomada, segundo a Ford, por desinteresse do mercado brasileiro pelo câmbio automático neste tipo de configuração.

O objetivo da Ford com a versão Flex é atingir rivais como Chevrolet S10VW Amarok e Toyota Hilux.Segundo levantamento do Renavan 2011 exibido pela própria montadora, o segmento bicombustível representa 18% do consumo geral de picapes médias no Brasil. "Vale lembrar que a região que mais consome flex é a central, onde estão as fronteiras de produção de cana de açúcar. Lá, a variação do preço do combustível é muito menor", aponta Oswaldo Ramos, gerente nacional de marketing da marca.