quarta-feira, 29 de agosto de 2012

40 Dias com a Nova EcoSport

Pessoal,

Um bom teste para um carro novo no mercado é esse trabalho de uso, mostrando a durabilidade do carro no seu uso diário.
Para quem gosta, o melhor ainda é o da 4 Rodas, que fica 60 mil km com o carro e depois o desmontam.



Novo Eco marca retomada do Quarentena

Por Daniel Messeder
Você que é leitor da edição impressa ou digital e do site da Autoesporte já sabe muita coisa sobre o novoEcoSport: nossa prova de estreia com a nova geração do modelo foi uma viagem-teste de 1.000 km ao volante da versão FreeStyle 1.6 (na estrada, terra, areia e água), além de um comparativo contra o Renault Duster Dynamique 1.6. Mas não pense que estamos satisfeitos.
Chegou a hora de ver como a novidade global da Ford se comporta durante mais tempo, e passando pelo crivo de toda nossa redação. Vamos retomar o Quarentena pela versão topo de linha do modelo, a Titanium 2.0, que ficará conosco nos próximos 20 dias – é o carro prata dessas fotos. Depois será a vez da FreeStyle 1.6 durante mais 20 dias. Nesse meio tempo, também estaremos de olho para ver se a Ford anuncia algo sobre as futuras variações do EcoSport. Para setembro está previsto o lançamento da versão automática, que vai estrear a transmissão Powershift de dupla embreagem e seis marchas no Brasil. No Salão do Automóvel, em outubro, será a vez da 4WD, com tração integral e um exclusivo câmbio manual de seis marchas.
Primeiras impressões
Para quem ainda não leu nada sobre o novo EcoSport, vale dizer que a evolução foi grande. Desenvolvido sobre a plataforma do New Fiesta, o jipinho melhorou demais em qualidade de construção, dirigibilidade, tecnologia, segurança e oferta de equipamentos. Dirigir o novo Eco e o antigo é como dirigir o New Fiesta e depois o Fiesta Rocam – um salto enorme. Na parte mecânica, o avanço maior aparece nas versões 1.6, que trocaram o bom e velho motor
Titanium
Como até agora eu só havia dirigido o Eco FreeStyle 1.6 (e ficado satisfeito com o desempenho), estava curioso para dirigir o Titanium 2.0. Claro que a potência extra (147 cv contra 115 cv) e o torque superior (19,7 ante 15,9 kgfm) garantem acelerações mais vigorosas e um fôlego maior nas ultrapassagens, mas, ao menos no campo das sensações, o ganho de desempenho não é tão grande assim. Isso porque hoje o Eco tem um dos melhores 1.6 do mercado e um 2.0 apenas “bom”. A prova final virá assim que levarmos a versão 2.0 para a pista e pudermos comparar seus números com os do 1.6, inclusive os de consumo.
De qualquer forma, já posso adiantar que achei a versão Titanium muito cara pelo (pouco a mais) que oferece. Há mimos legais como partida por botão, ar digital e sensores de chuva e iluminação, mas nada que justifique os R$ 71.490 cobrados pela Ford – o FreeStyle 2.0 custa a partir de R$ 62.490. Na faixa dos R$ 70 mil, o Eco começa a encontrar carros maiores e mais refinados. Se o acabamento é considerado bom para as versões 1.6, na Titanium eu esperava mais. Na cabine, muda apenas a cor da parte debaixo do painel, de cinza escuro para bege, mas o plástico da peça continua rígido. É pouco para quem tem a pretensão de roubar clientes de Honda CR-VKiaSportage e afins. Vamos ver o que a galera da redação vai dizer…
Mas vocês também podem falar o que querem saber sobre o EcoSport 2.0. Escrevam aí!
Confira o que já publicamos no lançamento do modelo na versão 1.6:

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